Exposição Mais de Mil Brinquedos…

O Sesc Pompeia exibiu a mostra “Mais de Mil Brinquedos para a Criança Brasileira” com mais de seis mil brinquedos. A exposição fez parte das comemorações de 30 anos do Sesc Pompeia e teve entrada gratuita a exposição foi em julho de 2013 a 2 de fevereiro de 2014

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Encontro de carros antigos na Estação luz

Encontro de carros antigos na Estação luz que acontece todo o primeiro domingo do mês.

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Alguém sabe dizer o significado de “SENTA A PUA”? e o significado de “A COBRA VAI FUMAR”?

senta a pua Quantas vezes esta expressão, que muitos não sabem exatamente o que significa,  foi dita sem sabermos ao certo de como ela surgiu, e o por que do símbolo do 1º Esquadrão de Caça da FAB ter uma avestruz como ave símbolo, se esta ave nem voa.

De acordo com o relato do Capitão Paiva, único representante deste grupo, que fez parte do corpo de Associados da ANVFEB PE, e que para nossa tristeza faleceu no dia 31.12.2010, mas que deixou um grande legado com seus relatos e histórias, podemos compartilhar estas informações com outros interessados nos assuntos relacionados com a Força Expedicionária Brasileira.

O grito “Senta a Pua” foi dado pelos integrantes do 1º Grupo de Caça da FAB, nos céus da Europa em um dia nublado e chuvoso, por ocasião da 1ª missão dos bravos pilotos brasileiros, e que ecoou com um gigantesco trovão, principalmente sobre o Exército Alemão na Itália, e citando o imortal da Academia Brasileira de Letras, Austragésilo de Athayde, significa lançar-se contra o inimigo com decisão, coragem, sangue frio, golpe de vista e vontade de aniquilá-lo, pois quem “Senta a Pua”, arremete de ferro em brasa e verruma o bruto. Ainda segundo o major Rui Moreira Lima, esta expressão era um dito popular na década de 40, muito usada no região Nordeste( Senta a Pua, Zé Maria), quando do período de treinamento, antes de nos encaminhar para o Panamá. Quando voltamos esta expressão era usada corriqueiramente, e um dos que mais  a ouviam era o nosso motorista, Cabo Moura, pois todas as vezes que tínhamos que ir para o Campo de Aviação, gritávamos para ele: “Senta a Pua, Zé Maria”.

A insígnia “Senta a Pua” surgiu ainda durante o treinamento nos Estados Unidos, quando se estava prestes a partir para o Teatro de Operações, pois é comum a toda unidade possuir o seu distintivo próprio, e invariavelmente de cunho humorístico, e o grupo brasileiro não poderia deixar de ter a sua própria marca. As controvérsias foram grandes durante o processo de escolha do símbolo, onde alguns falavam em adotar o “Zé Carioca” de Walt Disney; outros opinaram por se utilizar o “Jeca Tatu” de Monteiro Lobato e outros sugeriram um “macaquinho diabólico”.

Para dar fim a este imbróglio, o Capitão Fortunato, veio resolver o problema com o seu jeito jovial e brincalhão, aliado ao fato de ser ótimo desenhista, surgindo com a ideia de “Avestruz Voadora”. Logo todos questionaram por que uma avestruz e não uma ave típica do Brasil.

Ele explicou que esta ave, como todo sabem tem um estômago enorme, daí a expressão “estômago de avestruz” – que é usada para identificar aqueles que comem demais, qualquer alimento. Os nossos Homens que eram acostumados à deliciosa cozinha brasileira, com o feijão e arroz, ao se depararem com a comida americana, que  apesar de ter um alto valor nutritivo, o seu sabor era completamente distinto dos servidos em nossos quartéis, tinha sempre um gosto mais adocicado que a nossa comidinha brasileira. Como não se podia esperar muito, a adaptação teve que ser rápida: carne em  conserva, presunto, ovo, tudo tinha um gosto terrível para nossos soldados, portanto tinha-se que ser uma avestruz para engolir aquilo tudo, então surgia a ave.

Para se compor o desenho deste Grupo de Aviação de Caça, resolveu-se colocar em suas  mãos um velho bacamarte, que simbolizaria nossas metralhadoras. Um grande escudo azul com a insígnia do Cruzeiro do Sul na asa esquerda dava o ar espartano da nossa defesa, em cima de uma nuvem branca que simbolizava a paz pura e permanente, e sobre ela um céu vermelho, caracterizando a guerra cruel e sangrenta. Para finalizar esta caracterização militar,um quépi da FAB, mas ainda não havia um rosto para esta avestruz, então o Capitão Fortunato munindo-se de papel e lápis, fez uma caricatura do nosso amigo Lima Mendes(Limatão), rapaz sempre alegre e brincalhão.

Fonte: Livro “Lembranças e relatos de um Veterano do 1º Grupo de Caça”

                        Gilberto Affonso Ferreira Paiva

febEssa expressão surgiu na época da Segunda Guerra Mundial, quando o governo do presidente Getúlio Vargas ora se aproximava dos Estados Unidos, ora se aproximava da Alemanha nazista, sendo que o Brasil só optou por lutar ao lado dos Aliados (Estados Unidos e União Soviética) quando a guerra já começava a se decidir. Assim, de 1939 até 1944, o Brasil ameaçava entrar na guerra, mas sempre acabava adiando sua participação. Por isso, antes do Brasil entrar na guerra como aliado dos Estados Unidos e da União Soviética, aqueles que não acreditavam na participação do país na guerra diziam que era mais fácil uma cobra fumar do que um país subdesenvolvido como o Brasil entrar na guerra e lutar contra os alemães, cujo exército era muito respeitado na época. Desse modo, como resposta à provocação, os militares brasileiros adotaram como símbolo da FEB (Força Expedicionária Brasileira) um escudo com uma cobra fumando.

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Historia da Gulliver S/A Manufatura de Brinquedos

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A história
A história da marca GULLIVER começou na Espanha com Mariano Lavin Ortiz, que já mantinha forte relação com o universo dos brinquedos, sendo proprietário de uma fábrica de brinquedos na cidade de Madrid no começo dos anos 50. Sua convicção democrática, no entanto, era incompatível com a política do general Franco e, em 1959, ele emigrou para o Brasil com sua família. Assim como no célebre romance de Jonathan Swift chamado “As viagens de Gulliver”, onde o herói da história saía de seu país indo parar em Lilliput, uma terra habitada por homens pequeninos, na chegada ao Brasil encontraram também uma porção de seres pequeninos: as crianças.
E foi pensando nelas e para dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo pai na Espanha que, em 1969, em São Caetano do Sul, os filhos fundaram a Gulliver Manufatura de Brinquedos. O nome foi escolhido por eles que quando crianças eram fascinadas pelas viagens narradas no romance de Jonathan Swift. No começo eram brinquedos de PVC, que evoluíram depois para diversos processos de transformação de plásticos. No início produzindo miniaturas pintadas artesanalmente baseadas em seriados de TV de temas do velho oeste americano como o Forte Apache (introduzido em 1974), Acampamento Apache, Caravana, Chaparral, o tradicional Zoológico (miniaturas de animais feitas em plástico e pintadas a mão) e Super-Heróis como Batman e Robin, Super-Homem, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha, Hulk, Capitão América, Homem de Ferro, sem falar no inesquecível Batmóvel clássico.
Gulliver Super-Heróis 1973 1974  O Batmovel Gulliver Desde a primeira versão em 1974 até sua ultima já nos anos 80  foi um  dos  brinquedo que marcaram muito uma época, pois assistiamos o seriado do Batman na TV se não me engano na TV Tupi, e ficavamos o dia todo imitando as aventuras que via na TV; lembro de ter uma capa e a mascara de plastico do batman, e ficava o dia inteiro com a fantasia bons tempos aqueles…
s_MLB_v_O_f_5052888108_092013 Em 1975, entram em cena os personagens de pelúcia da Família Peposo (Papai e Mamãe Ursos e seus dois filhotes Peposinho e Peposinha), com 2 milhões de unidades, juntamente com os Agarradinhos – mascotes de pelúcia que com 8 milhões de unidades vendidas em 4 anos alcançaram recorde de vendas do setor de brinquedos no país. Alguns casos de sucesso vividos pela empresa ao longo dos próximos anos chamam a atenção como do Xadrez Mequinho, com 150.000 jogos vendidos no primeiro ano e torneios promovidos em clubes como da capital paulista como Esperia e Juventus com 7.500 e 10.000 participantes, basicamente crianças. Nos anos seguintes destacaram-se inúmeros sucessos de vendas como Big Frota5953940497
 Pino Gol, Caneta-Maluca, Linha Náutica, incorporando uma grande parte de mão-de-obra artesanal. Em 2001 a GULLIVER lançou no mercado brasileiro as charmosas bonequinhas fashion BRATZ que se tornaram uma verdadeira febre.
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Há apenas alguns anos, a GULLIVER introduziu no mercado o que as crianças queriam cada vez mais: brinquedos tecnológicos. O primeiro a chegar foi o pequeno iDog, um simpático cãozinho eletrônico que se alimenta de músicas. O pet eletrônico pode ser levado no bolso e interage com seu dono e com a música que ele escuta. Ao ser conectado a um MP3 player (ou qualquer outro dispositivo portátil), se torna um auto-falante e, além de emitir o som, se movimenta no ritmo da música. Entre os sucessos de venda atuais da marca destacam-se: Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Bratz, Shrek, Piratas no Caribe, Chaves, Senhor dos Anéis, Spice Girls, Spawn, SOS Comandos, Meninas Super Poderosas e Futebol Club. Funcionando hoje em novas e modernas instalações, em São Caetano do Sul, a GULLIVER continua evoluindo e procurando oferecer sempre o melhor em seu segmento, incluindo os brinquedos de tendência de moda e as licenças, que geralmente estão relacionados com os personagens de televisão e filmes de cinema.
A marca gulliver foi fundanda no Brasil em 1969 e esta presente somente no Brasil um dos icones da fabrica foi o forte apache, hoje é Líder no mercado de bonecos articulados de ação e em brinquedos inspirados no futebol, a GULLIVER possui uma área fabril de 15 mil m², vendendo seus produtos em milhares de pontos de vendas espalhados pelo país. Atualmente a empresa produz e importa uma grande linha de produtos, desde brinquedos de primeira infância, pré-escolares até os inspirados em séries de TV, personagens de cinema e personagens para colecionar.

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A HORIGEM DO HALLOWEEN

Halloween Pumpkin

ONDE VOÇÊ MORA, AS PESSOAS COMEMORAM O HALLOWEEN (DIA DAS BRUXAS)? NOS ESTADOS UNIDOS E CANADÁ, O HALLOWEEN É BEM CONHECIDO E É CELEBRADO NO DIA 31 DE OUTUBRO. MAS OS COSTUMES DO HALLOWEEN PODEM SE ENCONTRADOS EM MUITOS PAÍSES. EM ALGUNS LUGARES EXISTEM FESTAS COM NOMES DIFERENTES, MAS COM ASPECTOS SEMELHANTES: CONTATO COM ESPÍRITOS DOS MORTOS, FADAS, BRUXAS E ATE MESMO O DIABO E ANJOS DEMONÍACOS.

VOCE TALVEZ NÃO ACREDITE EM ESPIRITOS SOBRENATURAIS. PODE SER QUE ACHE O HALLOWEEN E FESTIVIDADES PARECIDAS UMA FORMA DE SE DIVERTIR E ESTIMULAR A IMAGINAÇÃO DE SEUS FILHOS. MAS MUITAS PESSOAS CONSIDERAM ESSAS CELEBRAÇOES PERIGOSAS PELOS SEGUINTES MOTIVOS:

1: A ENCICLOPEDIA DO FOLCLORE AMERICANO EXPLICA: “O HALLOWEEN ESTA BASICAMENTE RELACIONADO AO CONTATO COM FORÇAS ESPIRITUAIS QUE NA SUA MAIORIA AMEAÇAM E ATERRORIZAM” O MESMO ACONTECE COM OUTRAS FESTIVIDADES PARECIDAS. ELAS TEM ORIGEM PAGÃ E ESTÃO FORTEMENTE RELACIONADAS Á ADORAÇÃO DE ANCESTRAIS. MESMO HOJE, PESSOAS EM TODO O MUNDO FAZEM CONTATO COM SUPOSTOS ESPIRITOS DOS MORTOS NESSES DIAS.

2: APESAR DE O HALLOWEEN SER CONSIDERADO UMA FESTA PRINCIPALMENTE AMERICANA, A CADA ANO AUMENTA O NÚMERO DE PESSOAS E PAÍSES QUE PASSAM A COMEMORÁLO. MAS A MAIORIA DAS PESSOAS DESCONHECE A ORIGEM PAGÃ DOS SÍMBOLOS, COSTUMES E DECORAÇÕES DO HALLOWEEN, QUE MUITAS VEZES ESTÃO RELACIONADOS A SERES SOBRENATURAIS E FORÇAS OCULTAS.

3: MILHARES DE SEGUIDORES DA RELIGIÃO WICCA, QUE PRATICAM ANTIGOS RITUAIS CELTAS, AINDA CHAMAM O HALLOWEEN POR SEU ANTIGO NOME SAMHAIN E O CONSIDERAM A NOITE MAIS SAGRADA DO ANO. AO CITAR UM BRUXO, O JORNAL USA TODAY ESCREVEU: “OS CRISTÃOS NÃO SE DÃO CONTA DISSO, MAS ESTÃO CELEBRANDO O NOSSO FERIADO JUNTO CONOSCO… ACHAMOS ISSO MUITO BOM.”.

DIAS FESTIVOS PARECIDOS AO HALLOWEEN:

AMÉRICA DO NORTE, DIA DOS MORTOS.

EUROPA DIA DOS MORTOS E VARIAÇÕES DO HALOOWEEN

ÁSIA FESTIVAL OBON

AMÉRICA DO SUL KAWSASQANCHIS

ÁFRICA DANÇA DOS EGUNGUNS

AONDE TUDO COMEÇO?

VAMPIROS, LOBISOMNES, BRUXAS, ZUMBIS; JÁ POR MUITO TEMPO, ESSAS CRIATURAS TÊM SIDO RELACIONADAS AO MUNDO ESPIRITUAL MALIGNO.

DOCES; OS ANTIGOS CELTAS TENTAVAM APAZIGUAR OS ESPIRITOS MAUS COM DOCES. A IGREJA MAIS TARDE INCENTIVOU SEUS MEMBROS A IREM DE CASA EM CASA NA VÉSPERA DO DIA DE TODOS OS SANTOS PEDINDO ALIMENTO EM TROCA DE UMA ORAÇÃO PELOS MORTOS. ESSES COSTMES PASSOU A SER CONHECIDO COMO “DOCES OU TRAVESSURAS” DO DIA DE HALLOWEEN.

FANTASIAS; OS CELTAS USAVAM MÁSCARAS ASSUSTADORAS PARA QUE OS ESPÍRITOS MAUS OS CONFUNDISSEM COM OUTROS ESPÍRITOS E NÃO OS IMCOMODASSEM. A IGREJA AOS POUCOS MISTUROU COSTUMES PAGÃOS COM AS COMEMORAÇÕES DO DIA DE FINADOS E DO DIA DE TODOS OS SANTOS. MAIS TARDE, AS PESSOAS PASSARAM A IR DE CASA EM CASA FANTASIADOS DE SANTOS, ANJOS E DEMONIOS.

ABÓBORA; VELAS ERAM ACESAS DENTRO DE NABOS ESCULPIDOS PARA AFASTAR OS ESPÍRITOS MAUS. ALGUMAS PESSOAS ACHAVAM QUE A VELA DENTRO DO NABO REPRESENTAVA UMA ALMA PRESA NO PURGATÓRIO. MAIS TARDE OS NABOS FORAM SUBSTITUÍDOS PO ABÓBORAS.

CURIOSIDADE;

SÉTIMO SÉCULO EC;

É INSTITUÍDA, SUPOSTAMENTE PELO PAPA BONIFÁCIO IV A CELEBRAÇÃO ANUAL DO DIA DE TODOS OS SANTOS EM HONRA AOS MÁRTIRES.

HALLOW É UMA ANTIGA PALAVRA INGLESA QUE SIGNIFICA “SANTO” A EXPRESÃO EM INGLES ALL HALLOSWS’ DAY (DIA DE TODOS OS SANTOS) É UM EVENTO EM HONRA AOS SANTOS MORTOS. A VÉSPERA DO ALL HALLOWS’ DAY FOI CHAMADA ALL HALLOWS EVEN (VESPERA DE TODOS OS SANTOS) E MAIS TARDE ENCURTADA PARA HALLOWE’ EM

Jack-o'-Lantern_2003-10-31HORIGEM DA ABÓBORA;

As pessoas vêm fazendo as abóboras iluminadas no Halloween por séculos. A lenda do jack’o lantern surgiu a partir de um mito irlandês acerca de um homem apelidado de “Jack Miserável”. Segundo a história, Jack Miserável convidou o Diabo para tomar uma bebida com ele. Fiel ao seu nome, Jack Miserável não queria pagar a sua bebida, então, convenceu o Demônio a se transformar em uma moeda que Jack usaria para pagar as bebidas. Depois que o Diabo fez isso, Jack decidiu pegar o dinheiro e colocá-lo em seu bolso ao lado de uma cruz de prata, o que impediu o Diabo de mudar de volta em sua forma original. Jack solta o Diabo, sob a condição de que ele não incomodaria Jack durante um ano e que, se Jack morresse, ele não pediria a sua alma. No ano seguinte, Jack enganou de novo fazendo o Diabo subir em uma árvore para pegar um pedaço de fruta. Enquanto ele estava em cima da árvore, Jack esculpiu um sinal da cruz na casca da árvore para que o diabo não pudesse descer, até que o Diabo prometeu Jack para não incomodá-lo por mais dez anos.

Pouco depois, Jack morreu. Como diz a lenda, Deus não permitiria que uma figura tão repugnante fosse ao céu. O Diabo, embora chateado com o truque de Jack, tinha de manter sua palavra de não reclamar a alma de Jack, assim não permitiu que este fosse para o inferno. Ele enviou Jack para a noite escura, com apenas uma queima de carvão para iluminar seu caminho. Jack colocou o carvão em um nabo esculpido e tem vagueado pela Terra desde então. Os irlandeses começaram a se referir a essa figura fantasmagórica como “Jack O’ Lantern”.Na Irlanda e na Escócia, as pessoas começaram a fazer suas próprias versões de Jack O’Lantern, esculpindo rostos assustadores em nabos e batatas e colocando-os em janelas ou portas de perto para afugentar Jack Miserável e outros espíritos errantes do mal. Na Inglaterra,beterrabas grandes são usadas. Os imigrantes destes países trouxeram a tradição Jack O’Lantern com eles quando vieram para os Estados Unidos. Eles logo descobriram que as abóboras, uma fruta nativa da América, era ótima para fazer as lanternas.

fonte: wikipédia, google, despertai set/2013, enciclopédia do folclore americano e jornal USA Today

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De Vicente Caruso imagens de antigas “folhinhas” ou calendários

Aqui vou mostrar hoje algumas das imagens que achei incrível, imagens usadas em calendário, imagens que já vimos alguma vez, que já tenha passado pelas nossas mãos, mas não sabíamos quem era o artista por isso copiei o texto abaixo do blog (http://www.pintorescaruso.com.br/) que mostra a historia não só do artista Vicente Caruso como de todos os artistas da família Caruso para sabermos um pouco mais dessas imagens.

Pouquíssimas pessoas no Brasil conhecem ou pelo menos ouviram falar de Vicente Caruso. Menos ainda são capazes de saber quem ele foi e o que fez de relevante em seus 74 anos de vida. No entanto, centenas de milhares, milhões talvez de brasileiros fazem questão de exibir nas paredes de suas casas uma figura de Cristo, reprodução de um famoso quadro pintado por ele. Por que isso acontece? Por que a maior parte das pessoas que adquiriam a pintura por achá-la bonita não se preocupava em olhar a assinatura e saber o nome do autor. Em muitos casos, inclusive, não aparecem a assinatura e o nome do autor, graças à ação de espertalhões, que em atos de autêntica pirataria, imprimem a gravura sem autorização dos herdeiros e ainda cometem a ousadia de, em flagrante desrespeito à memória do artista, apagar o seu nome.
Além do Cristo, que foi reproduzido em gravuras que estão espalhadas por todo o Brasil, pintou centenas de outros que foram adquiridos pelos apreciadores do seu trabalho.

Se Vicente Caruso tivesse pintado apenas o Cristo em toda a sua vida, já teria méritos suficientes para ser admirado, mesmo depois de 20 anos da sua morte. Sua obra artística, no entanto, é muito mais ampla e apresenta e se materializa em diversos outros motivos: natureza morta, paisagens, figuras. E acima de tudo os seus nus.

Ninguém, como ele, soube transportar para a tela a beleza da mulher brasileira, o frescor da sua pele e aquele algo mais que poucas mulheres no mundo conseguem mostrar. E não fica nisso.

E os calendários que ele pintou como as feitas todos os anos para a indústria de pneus GoodYear, especialmente a comemorativa do quarto centenário da fundação de São Paulo, em 1954? Até hoje são guardadas com carinho por muita gente. E muitas outras. Incluindo as que desvendavam os naturais encantos da índia brasileira.

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essa imagem em especial foi retrada em um mural de um predio na Mooca, historia aqui:  https://chimbica91.wordpress.com/2013/07/09/um-mural-para-sao-paulo-se-orgulhar/

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De Vicente Caruso, a obra acima é propriedade da família de José Roberto Inocente há mais de 50 anos. Ele conta: “Meu pai, ja falecido, era comprador da antiga Cestas de Natal Amaral. Dentro dessa cesta, normalmente vinha um calendário e em um determinado ano veio o de uma menina loirinha de tranças de olhos muito azuis segurando um cachorrinho. Contava meu pai que tinha sido a menina retratada por um pintor famoso (e na tela se lê Caruso) e depois reproduzida em milhares de folhinhas que seguiram nas cestas distribuídas pelo Brasil. Meu pai foi presenteado com a tela original, que está em nosso poder”.

vcaruso valisere Reprodução de um anúncio, acima, publicado na revista O Cruzeiro, com ilustração de Vicente Caruso. Sem data definida. Vicente Caruso - fab chapéus 1955  A Sra. Maria Coeli Malcher Castello enviou também a imagem acima, uma folhinha de 1955, de uma fábrica de chapéus: “Lembrei de um arquivo onde guardo minhas preciosidades e imagine a surpresa que tive”, contou ela. Mais uma obra resgatada.

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São paulo ontem e hoje…. “avenida 9 de julho antes da degradação”

9julho cópia A foto antiga mostra as obras para construção da avenida Nove de Julho em 1939. Á direta, esta a esquina da rua Avanhandava, e ao fundo, estão a pça 14 Bis e o bosque da rua Silvia, que nem existe mais. toda a região foi cercada grandes edifícios e cortada por um elevado que não só danificou a paisagem, mas tornou a area desvalorizada…

 

001 cópia A foto da década de 40, mostra a beleza do projeto horiginal do túnel da avenida Nove de julho que seguia o estilo “art déco”. hoje não só o túnel não lembra mais a revolução constitucionalista  em seu nome (foi rebatizado de túnel Daher Elias Cutait, em homenagem ao famoso medico) como perdeu parte da coluna de mármore que dava equilíbrio  e elegância à construção. A parte de cima do túnel foi serrada para a construção do viaduto que passa atrás do Masp.

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